Aquecimento global pode aumentar taxas de sedentarismo e afetar desempenho nos treinos
O que acha de correr sob um sol escaldante e aquele bafo infernal típico de uma temperatura acima de 40 ºC? Nada animador, né? Pois o aquecimento global pode debitar um novo imbróglio na conta da humanidade: aumentar as taxas de sedentarismo e de perda de produtividade.
É o que indica uma robusta análise publicada no periódico The Lancet Global Health depois de esmiuçar dados de 156 países de 2000 a 2022. As tendências observadas permitem aos cientistas concluir que, com as mudanças climáticas, a inatividade física tende a se tornar ainda mais frequente, alimentando um círculo vicioso para a saúde pública.
Temperaturas médias acima de 27 ºC já teriam potenciais impactos nocivos e, somadas às ondas de calor como as vivenciadas recentemente pela Europa, podem indispor as pessoas a se movimentar e cobrar um preço na forma de milhões de mortes ao longo das próximas décadas.
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Como o estresse térmico embola a aptidão física e saúde
Calor de rachar
Altas temperaturas atrapalham tanto a adesão aos treinos como os deslocamentos a pé ou de bicicleta.
Impacto térmico
Quem tenta continuar na ativa precisa tomar precauções, sob pena de o corpo padecer.
Sedentarismo letal
Quem se mexe está exposto a riscos e interrupções do treino, mas ficar parado leva a várias doenças crônicas.
Danos documentados
O exercício pode se somar ao estresse térmico, levando a desidratação e panes cardiovasculares.
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Matéria produzida com curadoria editorial assistida por IA, a partir de pauta de saude.abril.com.br.